Na verdade não!
Mais ja senti vontade de dizer Mãos ao Alto!
Já teve vontade de entrar num Taxi, e dizer: SIGA AQUELE CARRO!! ??
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RafaeU | Twitter: @ciclophael
Pokémorte!
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RafaeU | Twitter: @ciclophael
Já reparou que os Pokémons vivem lutando e quase nunca se machucam gravemente? Pois bem, o ilustrador Justin White imaginou estes retratos muito engraçados de como ficariam alguns deles, após uma longa e violenta batalha, se recuperando em suas Pokebolas. Tem uns que dá até dó. Confiram abaixo alguns e se quiser ver mais visite o site do artista.
Uma coisa interessante para se resaltar é que nunca vi a morte de um Pokémon... pelo menos não me lembro de nenhum que tenha morrido! Que coisa não!
Fonte: DesignOnTheRocks
formspring.me
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RafaeU | Twitter: @ciclophael
"Lei de Newton,Lei de Kate,Lei de Gaga ou LEI DE CONDENSADO?"... a pergunta tem tem vários sentidos?
Lei de Kate, Porque Grana ela tem, só falta o gRamurr!
“And Then There Was Salsa” on Vimeo
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RafaeU | Twitter: @ciclophael
“And Then There Was Salsa” on Vimeo
Sensacional
Sensacional
Nintendo DSi simula 3D sem precisar de óculos
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RafaeU | Twitter: @ciclophael
Um mecanismo muito engenhoso faz o game Rittai Kakushi e Attakoreda para Nintendo DSi criar uma impressão de profundidade com a sua câmera. Claro que é tudo uma miragem e nenhuma imagem pula da tela, mas o efeito é bonito e diferente.
O jogo em si não vai fazer você delirar, pois é feito com vários cenários parecidos com uma casa de bonecas. Neles, é preciso encontrar itens e objetos. O grande barato, na verdade, é que conforme se muda a posição da cabeça ou do portátil, o ambiente também varia de ângulo, na profundidade exata em que o jogador se moveu. E o cenário aumenta, como se existisse um mundinho dentro do DSi.
E como isso é possível? Tudo graças à câmera. Ela calcula a posição dos seus olhos em relação ao ângulo do console e determina uma nova posição para o cenário.
O jogo estreia no Japão na semana que vem.
O jogo em si não vai fazer você delirar, pois é feito com vários cenários parecidos com uma casa de bonecas. Neles, é preciso encontrar itens e objetos. O grande barato, na verdade, é que conforme se muda a posição da cabeça ou do portátil, o ambiente também varia de ângulo, na profundidade exata em que o jogador se moveu. E o cenário aumenta, como se existisse um mundinho dentro do DSi.
E como isso é possível? Tudo graças à câmera. Ela calcula a posição dos seus olhos em relação ao ângulo do console e determina uma nova posição para o cenário.
O jogo estreia no Japão na semana que vem.
Fonte: Info
Bambú Chinês
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RafaeU | Twitter: @ciclophael
Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada, absolutamente nada, por 4 anos - exceto o lento desabrochar de um diminuto broto, a partir do bulbo. Durante 4 anos, todo o crescimento é subterrâneo, numa maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra.
Porém, no quinto ano, o bambu chinês cresce, até atingir 24 metros.
Um sábio escreveu:
"Muitas coisas na vida (pessoal e profissional) são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo e esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e às vezes não se vê nada por semanas, meses ou mesmo anos.
Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando e nutrindo, o "quinto ano" chegará e o crescimento e a mudança que se processam o deixarão espantado."
O bambu chinês mostra que não podemos desistir facilmente das coisas...
Em nossos trabalhos, especialmente projetos que envolvem mudança de comportamento, cultura e sensibilização para ações novas, devemos nos lembrar do bambu chinês para não desistirmos facilmente frente às dificuldades que surgem e que são muitas".
Provérbio chinês.
formspring.me
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RafaeU | Twitter: @ciclophael
Toda AÇÃO tem uma REAÇÃO, mas que AÇÃO, te deixaria sem REAÇÃO?
Se me dessem anestesia geral... eu não teria reação! rsrs.
Na verdade eu ia ficar parado neh, essa seria minha reação!
Rafael Designer Gráfico
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RafaeU | Twitter: @ciclophael
Perfil do Orkut, contendo fotos, vídeos e muitas bobeiras. Tousemari
referente a: orkut - meu perfil (ver no Google Sidewiki)A cabeça de Steve Jobs
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RafaeU | Twitter: @ciclophael
É difícil acreditar que um único homem tenha revolucionado a informática nos anos 1970 e 1980 (com o Apple II e o Mac), o cinema de animação nos anos 1990 (com a Pixar) e, mais recentemente, a música digital (com o iPod e o iTunes). Foi o que fez Steve Jobs, co-fundador e presidente da Apple. Não é à toa que conquistou milhões de fãs ardorosos no mundo inteiro.
A cabeça de Steve Jobs reúne as lições empresariais desse inovador visionário e revela os segredos de seu sucesso. Considerado um líder notável nas indústrias da tecnologia de informação e do entretenimento, Jobs é também dono de um temperamento difícil: seus épicos acessos de raiva já se tornaram lenda. O jornalista e escritor Leander Kahney, que há anos acompanha de perto a carreira do empresário, nos mostra aqui o homem por trás da figura cultuada: um fascinante poço de contradições.
Jobs é um elitista que considera a maioria das pessoas idiota, mas faz gadgets fáceis de serem utilizados por qualquer idiota. É obsessivo e tem pavio curto, mas constrói parcerias sólidas e duradouras com gênios criativos como Steve Wozniak, Jonathan Ive e John Lasseter. É budista e antimaterialista, mas faz produtos para mercados de massa em fábricas asiáticas e os promove com domínio absoluto da linguagem da propaganda.
Em suma, Jobs adotou os traços considerados por alguns como defeitos — narcisismo, perfeccionismo, desejo de controle total — para conduzir a Apple e a Pixar ao triunfo contra probabilidades adversas.
Com texto ágil e narrativa saborosa, Leander Kahney identifica neste livro os princípios que norteiam Jobs ao lançar produtos irresistíveis, ao atrair compradores fanaticamente fiéis e ao administrar algumas das marcas mais poderosas do mundo.
Steve Jobs adotou traços de sua personalidade para conduzir a Apple, empresa que fundou e preside, ao triunfo. E, neste processo, tornou-se um bilionário. Assim como Jobs, este é um livro singular. Ao mesmo tempo uma biografia e um guia de liderança para os novos tempos, ele ensina como você pode criar sua própria cultura de inovação.
A cabeça de Steve Jobs reúne as lições empresariais desse inovador visionário e revela os segredos de seu sucesso. Considerado um líder notável nas indústrias da tecnologia de informação e do entretenimento, Jobs é também dono de um temperamento difícil: seus épicos acessos de raiva já se tornaram lenda. O jornalista e escritor Leander Kahney, que há anos acompanha de perto a carreira do empresário, nos mostra aqui o homem por trás da figura cultuada: um fascinante poço de contradições.
Jobs é um elitista que considera a maioria das pessoas idiota, mas faz gadgets fáceis de serem utilizados por qualquer idiota. É obsessivo e tem pavio curto, mas constrói parcerias sólidas e duradouras com gênios criativos como Steve Wozniak, Jonathan Ive e John Lasseter. É budista e antimaterialista, mas faz produtos para mercados de massa em fábricas asiáticas e os promove com domínio absoluto da linguagem da propaganda.
Em suma, Jobs adotou os traços considerados por alguns como defeitos — narcisismo, perfeccionismo, desejo de controle total — para conduzir a Apple e a Pixar ao triunfo contra probabilidades adversas.
Com texto ágil e narrativa saborosa, Leander Kahney identifica neste livro os princípios que norteiam Jobs ao lançar produtos irresistíveis, ao atrair compradores fanaticamente fiéis e ao administrar algumas das marcas mais poderosas do mundo.
Steve Jobs adotou traços de sua personalidade para conduzir a Apple, empresa que fundou e preside, ao triunfo. E, neste processo, tornou-se um bilionário. Assim como Jobs, este é um livro singular. Ao mesmo tempo uma biografia e um guia de liderança para os novos tempos, ele ensina como você pode criar sua própria cultura de inovação.
“As pessoas não sabem o que querem até você mostrar a elas.”
Steve Jobs
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