O terror infantil pelos olhos de Joshua Hoffine

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael




Joshua Hoffine começou sua carreira no mundo pantanoso das fotografias de casamento e aniversários infantis, mas logo viu que sua vocação era outra: trabalhar com a visualização dos medos infantis, presente em histórias clássicas de contos de horror. Tudo na forma de fotografias incríveis e assustadores. Ele é americano, mas formado em literatura inglesa. Além disso utiliza da técnica que consagrou quase todos os fotógrafos famosos: só usa Photoshop para mexer nas cores e trabalha somente trabalha com gente conhecida, apenas por diversão!
Nota-se também o uso de clichês marcantes, mas perfeitamente balanceados com elementos reais, o suficiente para criar algo bem novo e interessante.











Fonte: NSN

Que tipo de artista você é?

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Descubra se você é um cartunista, um jornalista cartunista (a diferença é só na qualidade de humor), um pintor, um pintor de Paint (alguns aqui no Brasil chamam este tipo de "micras", por conta da Microsoft), um arte finalista (manipulador de fotos), um tipógrafo ou um designer gráfico. A definição exata e concreta do seu tipo artístico, você confere depois do pulo.

Simples, direto e verdadeiro. =) O fluxograma genial aí é coisa do Lodwell.com, o site-portifólio do cartunista e ilustrador Caldwell Tanner. Se gostou, passa lá para conferir um monte de tirinhas com gracinhas como essas abaixo. [Ideafixa].


Huahuahua muito bacana não é mesmo?

Amy vira musa da pop-art atual

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael

Imagino que se Andy Warhol estivesse entre nós, já teria feito muita arte com base na figura icônica de Amy Winehouse. Tudo bem que a diva da reabilitação não ocuparia o lugar ilustre de Marilyn (que além de infinitamente mais limpinha, é insubstituível), mas certamente receberia uma atenção especial. Nesta lógica de pensamento, Gerald Laing reconheceu o potencial mítico da cantora e produziu uma série de obras na estética pop-art. Ao adotar Winehouse como musa, o artista concedeu a ela privilégios como exposição entre outras celebridades da cultura pop britânica como Victoria Beckham e Kate Moss. Quem acompanhou um pouco da história de Amy vai adorar ver as imagens em retícula, com cores mais saturadas e detalhes em desenho.
As criações foram feitas a partir de fotos da cantora publicadas em tablóides e estão sendo exibidas em Londres até 15 de novembro, na exposição New Paintings for Modern Times, na galeria Ocontemporary.

  


PSICÓLOGA X CAZUZA!

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UMA PSICÓLOGA QUE ESCREVEU, CORAJOSAMENTE ALGUMAS VERDADES.
Ela assistiu ao filme escreveu o seguinte texto:
Fui ver o filme cazuza há alguns dias e me deparei com uma coisa estarrecedora.. as pessoas estão cultivando ídolos errados.. como podemos cultivar um ídolo como Cazuza?
Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal como ele, é, no mínimo, inadmissível. Marginal, sim, pois cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) com conceitos de certo e errado.
No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta.
São esses pais que devemos ter como exemplo? Cazuza só começou a gravar porque o pai era diretor de uma grande gravadora... existem vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem algum conhecido importante.
Cazuza era um traficante, como sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo com o juiz siro darlan quando ele diz que a única diferença entre cazuza e fernandinho beira-mar é que um nasceu na zona sul e outro não.
Fiquei horrorizada com o culto que fizeram a esse rapaz, principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme. Precisei conversar muito para que ela não começasse a pensar que usar drogas, participar de bacanais, beber até cair e outras coisas, fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou.
Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de bom para essa juventude já tão transviada? será que ser correto não dá ibope, não rende bilheteria?
Como ensina o comercial da fiat, precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor. Devo lembrar aos pais que a morte de cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido. Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais que dissesem não quando necessário?
Lembrem-se, dizer não é a prova mais difícil de amor.
Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde. a principal função dos pais é educar.. não se preocupem em ser “amigo” de seus filhos. Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi à pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo não diz sim sempre.




Karla Christine - Psicóloga Clínica
Leu? concorda com a psicóloga? Deixe sua opinião!

Eu não vi esse filme, depois de ver voltarei para deixar minha opinião!

Casacos Cinematográficos!

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael
Estava eu procurando pelo serial Killer Jason Voorhees, quando fui redirecionado para o site da ShopEckO, e nossa fiquei de boca aberta quando vi os belos casacos tematizados!


Super lindos, o do Jason e do JigSaw são os melhores, e estão custando $98,00 dollares.
Quem quiser me presentear com qualquer um deles eu aceito de boa!
Além dessas peças, o site disponibiliza muitas outras bem interessantes. Entre e de uma bizolinha.
ShopEcko

TEste simples: Usabilidade

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael
Estou dando início a uma série de artigos chamados “Testes Simples”. O objetivo é apresentar uma série de testes aplicáveis durante os processos de desenvolvimento de novos sites, afim de criar uma experiência boa ao usuário final. Neste artigo, vamos tratar um pouco sobre testes simples de usabilidade.

Um site nem sempre é intuitivo. Seria melhor se fosse, claro. Mas existem vezes onde o cliente ou quer algo diferente, ou a situação pede por algo diferente. Nestes casos, testes de usabillidade chegam a ser de vital importância.

O que é usabilidade?

Antes de mais nada: para que serve um teste de usabilidade? Simplificando bastante, um teste de usabilidade serve para conferir se o produto (ou, neste caso, o site) cumpre sua função de acordo com os potenciais consumidores. É perfeitamente normal um designer (ou programador, ou “wharever“) estar tão envolvido no projeto que ele acaba não notando alguns erros. Por exemplo: o menu não parece ser um menu, fato que pode deixar o usuário confuso.
Os testes de usabilidade são feitos com usuários que não estão envolvidos internamente com o projeto. Pessoas normais de diferentes idades e níveis de conhecimento são convidadas para testar um site afim de juntar informações de como um público maior iria reagir. Estes testes são de grande importância para saber se “todos vão saber como fazer o site funcionar” e são recomendados em todos os casos.
Steve Krug, no seu livro “Não Me Faça Pensar” (um must-have para qualquer um que trabalhe com web) traz alguns exemplos de como fazer alguns testes de usabilidade, mas neste artigo vou mostrar como fazer alguns testes mais simples e efetivos. É lógico que o ideal é você fazer testes mais completos, mas quando o tempo é escasso e não há um local apropriado para fazê-los, o jeito é se virar.

O teste da mãe


Minha mãe mal sabe usar o computador. Ela sabe ligá-lo e abrir seu jogo de Mahjong. Também sabe abrir o navegador para conferir os números da Mega-Sena no site da Caixa (ela só faz isso por que a gente nunca ganhou). Fora isso, seu conhecimento em internet é próximo do nulo. E isso é um jeito excelente de testar novos sites.

Como fazer um teste simples?

Chame sua mãe, diarista ou qualquer pessoa que você conheça cujo conhecimento em internet seja limitado. Abra seu site para ela e peça para que faça tarefas simples enquanto você a observa. Vamos pedir para que ela encontre um jeito de entrar em contato com o dono do site. Veja aonde ela clica. Se você não estiver presente, peça para ela te dizer o que ela está fazendo. Quando ela conseguir achar a área de contato, peça para ela descrever como chegou lá e, numa escala de 1 a 10, qual o nível de dificuldade em encontrar aquela seção. Lembre-se de anotar tudo.

O teste do miguxo


Quem não tem ao menos um amigo no MSN que faz você pensar que o sistema de educação deveria incluir a ortografia na web, que atire a primeira folha de CSS. São aquelas pessoas que usam o computador exclusivamente para bater papo no MSN e ficar mandando scraps no Orkut e só. Não vamos entrar no mérito de se a inclusão digital é o melhor caminho a seguir, mas vamos sim usá-los como nossos ratos de laboratório pois eles (geralmente) sabem mais de web do que sua mãe.

Como fazer um teste simples?

Chame aquele miguxo na web e explique para ele que você precisa fazer uns testes com ele. Peça para que ele acesse o site e busque por uma informação específica. Se for um blog (tipo, o Digital Paper), vamos pedir para ele encontrar um artigo chamado “Download de facas para impressão“. Quando ele encontrar, pergunte-o como ele chegou lá pois ele pode ter feito de duas maneiras: pela caixa de busca na lateral do site, visitando a próxima página dos artigos ou até mesmo clicando em um artigo qualquer até chegar por acaso no que pedimos. Se ele não encontrou, pergunte como que ele procurou: se apenas olhou a primeira página e desistiu, se o sistema de buscas não encontrou nada (veja como ele digitou também – é provável que ele tenha escrito errado e isso é um problema que infelizmente é problema nosso), etc.

O teste do nerd


Esse visa conferir mais por problemas de desenvolvimento que problemas de usabilidade per sé, mas não deixa de ser importante. O amigo nerd vai te falar se o site tá renderizando direito no navegador específico dele, na resolução de tela e sistema operacional que ele usa. Além de dar palpites chatos – vale lembrar que não são só os nerds que dão palpites chatos. Mas aí é só saber filtrar ;)

Como fazer um teste simples?

Confira primeiro se o navegador do nerd é diferente do seu, o mesmo vale para a resolução de tela e sistema operacional. Um nerd que se preze vai logo te falar que está usando o Firefox 3.0.2, resolução de 1152 x 864, Windows XP Pro SP2 e muito provavelmente vá te dar dados que não interessam tanto como por exemplo, a marca e número de série daquela placa de vídeo nova que ele acabou de comprar depois de vender sua alma pro capeta. Aqueles dados inicias podem ser úteis para descobrir problemas de renderização do seu site em outros computadores. Mande um print de tela de como deveria ficar para seu amigo e peça para ele analisar se está tudo do mesmo jeito, ou peça para ele te passar um print da tela dele e você mesmo analisa.

Analisando os dados

Após recolher todas as informações, está na hora de analisá-las. Quais dificuldades foram encontradas? Por que algumas pessoas tiveram dificuldades? Quão objetivo é o site? A navegação está fácil ou ninguém entende como funciona? Após responder essas perguntas, veja o que pode ser alterado no site e faça acontecer. Depois de fazer algumas alterações, faça mais testes. Não faça apenas com as mesmas pessoas: faça com elas e com novas para saber se outros problemas surgiram.

Case: teste de usabilidade no site do Tecplus


O site do evento Tecplus 2008 teve alguns objetivos bem específicos:
1) Informar o que, quando e onde é o evento;
2) Informar aos patrocinadores e apoiadores como eles podem ajudar;
3) Informar aos estudantes como participar.

Após a primeira versão do site ter sido feita, fiz os três testes:
No “teste da mãe“, descobri que ela entendia como a navegação funcionava porém demorou um pouco pois o menu não apresentava característica de link; ou seja, o mouse não mudava do ponteiro normal para a “mãozinha”.
Ao fazer o “teste miguxo“, a pessoa conseguiu descobrir o que era e quando era o evento após ler todo o texto do primeiro ítem do menu (”Que, quando, onde”), mas ficaria muito mais óbvio se essas informações ficassem logo no título da página.
Quando fiz o “teste do nerd“, notei que caso o navegador da pessoa não suportasse Javascript, ela não iria conseguir acessar o site direito. Resolvi isso usando Javascript não-obtrusivo que mostrasse o site normalmente caso a pessoa estiver com o JS desativado.

Considerações finais

Não é necessário testar um site com centenas de pessoas; selecionando algumas que tenham características específicas (ou seja, os estereótipos de leigo, mediano e inteligente) e pedindo para que elas executem algumas tarefas básicas é o suficiente para saber como que vai ser a aceitação geral do site.


Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael
O TweetDeck é um aplicativo Desktop que está atualmente em versão Beta disponibilizado publicamente e de graça.



O objetivo é evoluir a funcionalidade do Twitter pegando a abundância de informações (ex. twitter feeds) e quebrando em partes que você consegue administrar.
O TweetDeck permite que você separe o seu feed principal (todos os Tweets), em grupos menores, por tópicos, em colunas separadas, separando suas respostas, mensagens diretas, e uma coluna para o feed geral.




Além disso tem os botões de Groups, Search e Replies que permitem usuários criarem colunas adicionais populadas com as informações. Depois de criadas, estas colunas serão automaticamente atualizadas permitindo ao usuário acompanhar tópicos e assuntos com muito mais facilidade.

Outras vantagens:



Ficar atualizado automaticamente de twitadas globais, já que o TweetDeck mantém as informações armazenadas automaticamente.
Atualização constante do status do TweetDeck e Twitter.

Redimensionar o TweetDeck como uma coluna não obstrusiva, tela inteira, ou qualquer tamanho entre os dois.
Especialmente útil funcionando em tela cheia em um monitor separado.
Filtrat Tweets usando texto, username, fonte ou linha de tempo.
Atualização automática do API do Twitter.



Download disponível para Mac OS X e Windows (Vista e Windows XP)
Veja mais informações e faça o download e instale o TweetDeck

Fonte: http://www.revistainternet.com.br/2009/02/12/tweetdeck-para-seu-twitter/


Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael
Uma animação super bacana!
Aposto que vai dar uma risada gostosa!

Novo Dicionário para Designer's

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Tradução de um original em espanhol, por isso, alguns termos podem não fazer muito sentido (ou não ter graça mesmo). Para ter acesso completo acesse o Mexican Designer, e aproveite para conferir outras coisas interessantes.

Acetato: Designer Gráfico especialista em tatuagens.
Acrobat Reader: Um acrobata que gosta de ler muito.
Aerografia: Área do design gráfico especializada em aviões.
Advertising: Avisar a um designer para que não cante no ambiente de trabalho.
Adobe: v1. Casa de campo que é fria no verão e quente no inverno. v2. Produto utilizado para fertilizar os trabalhos.
Aliasing: Colocar apelidos entre os designers
Barroco: v1. Erupção cutânea dos designers na puberdade. v2. Arte feita no banheiro.
Bold: Detergente utilizado pelos designers.
Bolígrafo: Designer gráfico gordo.
Bosquejo: Rascunho de um bosque.
Caixa alta: Embalagem do iMac de 24″
Caixa baixa: Embalagem do Mac mini ou Macbook
Clipart: Ação de criar figuras com clips.
Converter em curvas: Etapa que fazem as designers começarem uma dieta.
Degradê: São chamados os designers que se vendem barato.
Dreamweaver: Designer pouco produtivo e sonolento.
Estilógrafo: Designer muito bem vestido.
Flash: Super-herói da Adobe.
Flatten: Designer com flatulências.
Fotografia digital: Ação errada de colocar o dedo na frente da câmera.
Layers: Nome dado aos designers que gostam de dizer muitas mentiras.
Hard Disk: Qualquer dico de Heavy Metal
Pantone: Shampoo suave usado pelos designers com grande variedade de cores.
Photoshop: Local onde os designers vão comprar suas imagens para fazer os trabalhos.
Plotter: Sobrenome do mago das impressões em grande formato.
Ponto de fuga: 7:00 pm.
Quarkexpress: Coaxar rápido.
Separação de cores: Designers com tendências racistas.
Shortcut: Pequena cortada, que geralmente é precedida por um bleeding.