




Eu até que gostei, mas Thoseandmari à quem diga que ele é feio!
“…na madrugada quero estar com vocêêêê…
Quando alguém me diz que está duro, falido e afundado no especial, eu entendo. Agora quando esse alguém é freela e tá duro, falido e afundado no cheque especial, eu choro. E é simples, rola projeção. Essa coisa de se colocar no lugar do outro pra mim é praticamente um exercício de autoconhecimento.
Não é fácil a gente não saber o que será será do amanhã. O que teremos ou não teremos no bolso, no banco, em mãos. É que o fluxo de trabalho de quem vive “por conta” é extremamente sujeito a variáveis, começando pelo sujeito que nos contrata. Mas quando tudo dá certo a coisa “fluxo” funciona mais ou menos assim…
Fonte: Marcela Catunda
Muitos reclamam da Nintendo estar abrindo praticamente todas as suas conferências recentes com números de vendas. Não é para menos, seus consoles estão desaparecendo de qualquer lugar que os tenha. Foi assim com o DS - taxado de bobo e passageiro pela concorrência quando foi lançado-, e logo depois com o “DS de mesa”, o Wii. Cada um é um mamute de vendas, com estoques longe de suprirem as intermináveis demandas. Tá bom, o Wii teve uma ligeira queda recentemente. Mas nada que o tenha impedido de manter a segunda colocação nas vendas, atrás justamente do DS.
Bom, o DSi, que é basicamente a clássica atualização que a Nintendo faz dos seus portáteis, está se provando ainda mais vendável. E olha que o DS já estava sendo considerado quase como saturado. Os números não mentem: desde seu lançamento (em novembro no Japão, e em abril nos EUA), o DS1 já vendeu 6.86 milhões de unidades globalmente.
E é nos EUA que os números surpreenderam, principalmente em época de crise esmagadora (como não cansou e não causa de falar a mídia). Por lá o DSi vendeu 1.7 milhões de unidades. Só para se comparar, o DS vendeu 1.38 milhões e o Wii vendeu 1.52 milhões de consoles.
Enquanto isso a Sony patina e a Microsoft se deu bem na segunda posição, conseguindo finalmente obter lucro com sua divisão de entretenimento eletrônico…
Fonte: NSN Nerds Somos Nozes

FinePix Real 3D W1, da Fujifilm, chega ao Japão em agosto por US$ 641.
Lentes e chips sensores em dobro permitem imagens tridimensionais.
A Fujifilm Holdings afirmou nesta quarta-feira (22) que planeja lançar a primeira câmera digital 3D do mundo. A FinePix Real 3D W1, que inclui duas lentes e dois chips sensores de imagens para possibilitar imagens tridimensionais, deve chegar ao mercado japonês no mês que vem, por cerca de 60 mil ienes (US$ 641), segundo uma porta-voz da companhia.
