Estilo
Quais os mitos sobre a arte de procurar emprego?
Por Robert Wong (autor dos livros “O Sucesso Está no Equilíbrio” e “Super Dicas para Conquistar um Ótimo Emprego” e um dos palestrantes mais inspiradores e requisitados do mercado)
Nove regras para criar logos apresentáveis
O design de logotipos é um dos aspectos mais difíceis do design. É uma daquelas coisas que você acha difícil separar gosto pessoal de uma boa comunicação e criação de marca. Eis algumas regras que espero que encontrei que deviam ser seguidas quando você está trabalhando num logo novo.

1. Não mostre ao cliente nenhum logo que você não ame
Esta é a regra mais importante. Muitos anos atrás eu tive essa idéia tola que eu mostraria esse “logo animal” junto com “esses dois outros logos toscos para fazer a minha preferida parecer ainda mais animal”. O problema é que o cliente quase sempre escolhe o logo tosco e daí você se ferra ao ter que usar ela. Nunca, nunca, nunca mostre ao cliente um logo que você não ame!
2. Mostre aos logos em preto e branco APENAS
Eu sempre explico ao cliente que trabalhamos nas cores do logo depois da logo final ser aprovada. O motivo é simples: você não quer dar algo a mais para ele se preocupar. O clientevai passar um tempo ridicularmente longo apenas pensando no esquema de cores em vez de pensar no que realmente importa, nesse caso a imagem do logo. E também, com raras excessões, 70% dos clientes provavelmente irão trabalhar em preto e branco ou apenas uma cor, então o logo precisa ficar boa em preto e branco. E quando digo preto e branco, eu quero dizer preto e branco sem gradientes ou tons de cinza. Não estou dizendo que não se deve usar cores: apenas focar primeiro no logo e depois nas cores.

Logos em preto e branco - para ver se a identidade não se perde
3. Faça sempre seus logos em formato vetorial
Qualquer logo, até mesmo para um site de internet, precisa ser redimensionado para usos diferentes. Fazendo um logo no Photoshop deixa você sem uma base que pode ser utilizada mais tarde. Fazendo seu logo em um programa de desenho vetorial (Adobe Illustrator, Corel Draw, etc) também vai permitir que você “quebre” o logo e utilize os pedaços em outros aspectos do trabalho do seu cliente. E além do mais, você vai ter mais flexibilidade para utilizar o logo em diferentes mídias (outdoor, multimidia, etc) sem perder a qualidade, além de ser mais fácil de editar depois.
4. Vá direto ao topo
Nunca aceite um trabalho onde um comitê de 10 pessoas devem aprovar seu design. Você vai acabar levando um logo ótimo e tornando-o numa gigante poça de p@#$ em questão de horas ao tentar agradar as 10 pessoas. Descubra quem é o manda-chuva que vai tomar as decisões e trabalhe apenas com ele. Se não há um único manda-chuva, não aceite o trabalho. Você vai se agradecer mais tarde.
5. Tenha certeza que ele vai funcionar com tamanhos ridicularmente pequenos
Isso vai junto com a regra do preto e branco. Clientes vão querer usar aquele logo em diferentes coisas, inclusive imprimindo-os em canetas e afins. Esse logo precisa funcionar em um tamanho minúsculo! Você talvez até queira pensar em como que o logo vai ficar em um banner alto e magro, num banner quadrado e em um largo. Pergunte-se: é fácil de caber ele em qualquer ambiente?
6. Evite usar filtros, efeitos e outras piras.
Um logo é um gigante investimento para uma empresa. Criar um logo que segue a tendência ou que é cheio de firulas vai resultar em um logo ultrapassada e tosco no ano que vêm. Não estou dizendo para evitar totalmente, mas lembre-se que o logo não pode perder sua identidade se for impresso em um jornal, por exemplo. Para mídias digitais (TV e web), é normal haver versões com efeitos de luz e sombra. Mas a versão final não pode ter estes efeitos como essenciais.
7. Crie uma arte simples
Não tente fazer um design muito complexo. Não use mais de duas fontes e apenas uma imagem gráfica. Um logo que é complexo demais não serve para nada além de diluir a marca, além de deixar horrível em tamanhos pequenos.

O logo da Unilever é um exemplo disto. É bonito, mas difícil de ver em tamanhos menores
8. Produza filhos
Não nesse sentido! Quando você estiver com um design que você goste, veja se é possível usar apenas uma parte do logo. O logo da Coca-Cola é o exemplo perfeito: você pode usar o tipo como também pode utilizar o lacinho que as pessoas ainda vão saber que é a Coca-Cola, embora não esteja explícito. A Apple Computer é outro grande exemplo. A Apple parou de utilizar a palavra “Apple” junto com a logo anos atrás, mesmo assim você ainda sabe reconhecer qual é a empresa quando vê aquela maçã comida.
9. Conselho final: pense adiante
Não faça um logo que fique bom apenas em um pedaço branco de papel. Seu cliente provavelmente vai querer utilizá-lo em propagandas, comerciais de TV, outdoors e até quem sabe em um caminhão. Faça um logo que “funcione” com diferentes clientes finais. Verifique se o logo é balanceado. Ele fica bom se colocado no final de um propaganda impressa, sem importar se ele vai ficar a esquerda, centro ou a direita? Fica legal quando ele têm um endereço web debaixo dele? Fica visível em um fundo escuro? Fica bom em um caneco?
Claro que regras foram feitas para serem quebradas. Você é o designer, você dita as regras. Mas você precisa supor que o pior pode acontecer, olhar todas as possibilidades e ver o mundo com os olhos do cliente. Mesmo se você não terminar com um logo que mereça ser premiado, você pelo menos vai fazer seu cliente feliz e, com sorte, ter uma bom logo em mãos.
Original: Creative Guy (traduzido e adaptado por Canha).
E você? Quais regras importantes que você acha que deveriam ser consideradas ao se fazer uma logo.
Gramatica
BREVIATURA – ato de se abrir um carro de policia;
ALOPATIA – dar um telefonema para a tia;
BARBICHA – boteco para Gays;
CÁLICE – ordem para ficar calado;
CAMINHÃO – estrada muito grande;
CATÁLOGO – ato de se apanhar coisas rapidamente;
COMBUSTÃO – mulher com peito grande;
DESTILADO – aquilo que não está do lado de lá;
DETERGENTE – ato de prender indivíduos suspeitos;
DETERMINA – prender uma garota;
ESFERA – animal feroz amansado;
HOMOSSEXUAL – Sabão utilizado para lavar as partes íntimas;
LEILÃO – Leila com mais de 2 metros de altura;
KARMA – expressão mineira para evitar o pânico;
LOCADORA – uma mulher maluca de nome Dora;
NOVAMENTE – diz-se de indivíduos que renovam sua maneira de pensar;
OBSCURO – ‘OB’ na cor preta;
QUARTZO – partze ou aposentzo de um apartamentzo;
RAZÃO – lago muito extenso porém pouco profundo;
RODAPÉ – aquele que tinha carro mas agora roda a pé;
SAARA – muulher do Jaaco;
SEXÓLOGO – sexo apressado;
SIMPATIA – concordando com a irmã da mãe;
SOSSEGA – mulher desprovida de visão;
TALENTO – característica de alguma coisa devagar;
TÍPICA – o que o mosquito nos faz;
UNÇÃO – erro de concordância muito frequente (o correto seria um é);
VATAPÁ – ordem dada por prefeito de cidade esburacada;
VIDENTE – dentista falando sobre seu trabalho;
VIÚVA – ato de ver uva;
VOLÁTIL – sobrinho avisando onde vai.
http://ovizigodo.wordpress.com/category/coisas-de-vizigodo/page/4/
Curriculum
Eae o que vc achou?
Criatividade é tudo! Tá na hora de criar o seu!
Como se tornar uma pessoa interessante
Para elaborar seus pontos, ele se baseou em duas premissas:
Para ser interessante é preciso ser interessado: Você tem que encontrar o lado interessante de tudo. Você deve ser bom em perceber as coisas, em ouvir, em encontrar pessoas (e coisas) interessantes – e eles também te acharão interessantes.
Pessoas interessantes são boas em compartilhar: Você não consegue se interessar por alguém que não te conta nada. Compartilhar, porém, não tem nada a ver com falar, falar e falar. Significa compartilhar suas ideias, deixar as pessoas brincarem com elas, e ser bom em contá-las sem ter que falar de si mesmo.
Seguem as dicas:
1. Tire pelo menos uma foto todo dia. Poste-a no Flickr.
Carregue sempre uma câmera. Se tem uma no telefone celular, já ajuda. O ato de levar sua câmera a todo lado e sempre manter os olhos abertos para possíveis fotos mudará a maneira como você vê o mundo. Isso faz com que você perceba mais coisas. Deixa você ligado em tudo ao seu redor. Além disso, postar suas fotos no Flickr (ou outros sites de compartilhamento de fotos) significa que você estará compartilhando. Fica público. Isso fará você pensar um pouco mais sobre o que irá fotografar e gerará diálogos sobre suas imagens.
2. Monte um blog. Escreva nele pelo menos uma frase por semana.
È muito fácil. Além disso, vai ser impossível você se limitar a uma só frase. Você vai querer escrever mais. É fácil rotular blogs como uma forma de jornalismo banal, mas, de certa forma, isso é uma força a seu favor. Blogueiros não saem para investigar coisas (a maioria), não estão em lugares chiques, ninguém dá histórias a eles e, portanto, tem que construir com o conteúdo presente na própria vida. Isso fará você perceber as coisas que os outros não vêem. Ao sentir a necessidade de escrever sobre algo, fará você prestar mais atenção às coisas, sair e ver novidades, carregar um notebook – deixará você antenado no mundo.
3 – Mantenha um scrapbookTodas as pessoas interessantes e criativas com quem trabalhei já tiveram scrapbooks. Eles são sempre estimuladores de ideais e o aspecto físico desses cadernos trazem benefícios para o processo. Além disso, conjunções inesperadas que você terá com a aleatoriedade dos scrapbooks podem te levar a algumas das suas melhores ideias.
4. Toda semana, leia uma revista que nunca leu antes.
Pessoas interessantes são interessadas em todo tipo de coisa. Isso quer dizer que exploram todos os tipos de mundo, vão a lugares que não esperariam gostar, e buscam sempre o que há de bom e interessante lá. Uma ótima maneira de fazer isso é por meio das revistas. Revistas especializadas permitem que, da poltrona da sua casa, você explore o sistema solar das atividades humanas . Experimente. È fantástico.
5. Uma vez por mês, entreviste alguém por 20 minutos e descubra como elas se tornaram interessantes. Faça podcasts das conversas.
Mais uma vez, ser interessante é ser interessado. Entrevistar é fazer que a outra pessoa se torne uma estrela. Poder ser qualquer um: um amigo, um colega, um estranho, qualquer um. Encontre o que há de interessante a respeito de cada um deles. Entrevistar fará você parar um pouco e te forçará a escutar. Uma boa coisa para praticar. Criar Podcasts é compartilhar. Compartilhar é algo com o qual você deve se acostumar.
6. Colecione algo
Pode ser qualquer coisa. Mas prefira se tornar um especialista em algo inesperado e que poucos colecionem. Desenvolva uma paixão. Aprenda como comunicar isso a outras pessoas sem assustá-las. Encontre as outras poucas pessoas que dividem esse mesmo interesse. Aprenda a se tornar útil nessa comunidade.
7. Uma vez por semana, sente-se em um café por uma hora e ouça a conversa dos outros. Faça anotações. Poste sobre esses assuntos no seu blog (com muito cuidado).
Passeie um pouco pela vida das pessoas. Ouça seus discursos padrões e suas preocupações. Coloque-as no papel. Mas não deixe que as pessoas o vejam – tente não apanhar. Também não aja de forma forçada, pulando de mesa em mesa para ouvir a melhor conversa. Apenas escute as que surgirem no seu caminho.
8 – Mensalmente, escreva 50 palavras sobre uma peça de arte visual, um texto, uma música e um trecho de filme. Se puder, faça o mesmo para outros tipos de arte. Poste-as no seu blog.
Se quiser trabalhar em negócios criativos (e logo todos serão assim), terá que se acostumar a ter um ponto de vista sobre coisas artísticas. Mesmo se não for tão ligado às artes, você terá que se sentir confortável em expressar uma opinião sobre coisas que não sabe como fazer ou criar, como música ou poesia. Com a prática, você melhorará cada vez mais. Compartilhando esses pensamentos, a evolução será ainda maior.
9. Crie coisas
Faça alguma coisa manual. Crie algo do nada. Podem ser nós, lego, um bolo ou mesmo tricô. Tire um tempo para se desligar e sair um pouco do seu pensamento. O ideal é optar por algo que você não tem ideia de como fazer. Não ligue se tiver dificuldade no início. As pessoas adoram gente que cria coisas. Compartilhe essas criações no seu blog.
10. Leia:
Desvendando os Quadrinhos: história, criação, desenho, animação, roteiro. (Understanding Comics) - Scott McCloud
The Mezzanine - Nicholson Baker
The Visual Display Of Quantitative Information - Edward Tufte
Todos esses livros são bons, cada um por um motivo diferente. O que importa, no entanto, é que são ótimos exemplos de pessoas que são realmente interessadas por coisas que os outros acham banais. Neles, elas explicam suas paixões de uma maneira que também acabamos nos apaixonando pelo assunto.
























