Curriculum

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael
Se vc é um criativo, tem que ter um curriculum adequado a sua criatividade. Pois então confira alguns curriculums criativos.












Eae o que vc achou?

Criatividade é tudo! Tá na hora de criar o seu!


Click Nervoso

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael
Apreciem o novo blog: www.clicknervoso.blogspot.com
Muitas informações inteligentes.


Como se tornar uma pessoa interessante

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael
Em um texto fantástico publicado no seu blog, o Russel Davies - um baita planner que todos deveriam conhecer - conta que o futuro nos negócios criativos está reservado às pessoas interessantes. Segundo ele, as pessoas empregarão e irão querer trabalhar com (e estar com) gente interessante. Diante disso, com a propriedade de quem já foi diretor de marca da Nike e diretor de planejamento da Wieden + Kennedy, ele dá 10 dicas preciosas para quem quiser se enquadrar nesse contexto. Segundo o Russel, colocando-os em prática, você já se sentirá mais interessante em questão de semanas. Vale a pena.

Para elaborar seus pontos, ele se baseou em duas premissas:

Para ser interessante é preciso ser interessado: Você tem que encontrar o lado interessante de tudo. Você deve ser bom em perceber as coisas, em ouvir, em encontrar pessoas (e coisas) interessantes – e eles também te acharão interessantes.

Pessoas interessantes são boas em compartilhar: Você não consegue se interessar por alguém que não te conta nada. Compartilhar, porém, não tem nada a ver com falar, falar e falar. Significa compartilhar suas ideias, deixar as pessoas brincarem com elas, e ser bom em contá-las sem ter que falar de si mesmo.

Seguem as dicas:

1. Tire pelo menos uma foto todo dia. Poste-a no Flickr.
Carregue sempre uma câmera. Se tem uma no telefone celular, já ajuda. O ato de levar sua câmera a todo lado e sempre manter os olhos abertos para possíveis fotos mudará a maneira como você vê o mundo. Isso faz com que você perceba mais coisas. Deixa você ligado em tudo ao seu redor. Além disso, postar suas fotos no Flickr (ou outros sites de compartilhamento de fotos) significa que você estará compartilhando. Fica público. Isso fará você pensar um pouco mais sobre o que irá fotografar e gerará diálogos sobre suas imagens.

2. Monte um blog. Escreva nele pelo menos uma frase por semana.
È muito fácil. Além disso, vai ser impossível você se limitar a uma só frase. Você vai querer escrever mais. É fácil rotular blogs como uma forma de jornalismo banal, mas, de certa forma, isso é uma força a seu favor. Blogueiros não saem para investigar coisas (a maioria), não estão em lugares chiques, ninguém dá histórias a eles e, portanto, tem que construir com o conteúdo presente na própria vida. Isso fará você perceber as coisas que os outros não vêem. Ao sentir a necessidade de escrever sobre algo, fará você prestar mais atenção às coisas, sair e ver novidades, carregar um notebook – deixará você antenado no mundo.

3 – Mantenha um scrapbook
Todas as pessoas interessantes e criativas com quem trabalhei já tiveram scrapbooks. Eles são sempre estimuladores de ideais e o aspecto físico desses cadernos trazem benefícios para o processo. Além disso, conjunções inesperadas que você terá com a aleatoriedade dos scrapbooks podem te levar a algumas das suas melhores ideias.

4. Toda semana, leia uma revista que nunca leu antes.
Pessoas interessantes são interessadas em todo tipo de coisa. Isso quer dizer que exploram todos os tipos de mundo, vão a lugares que não esperariam gostar, e buscam sempre o que há de bom e interessante lá. Uma ótima maneira de fazer isso é por meio das revistas. Revistas especializadas permitem que, da poltrona da sua casa, você explore o sistema solar das atividades humanas . Experimente. È fantástico.

5. Uma vez por mês, entreviste alguém por 20 minutos e descubra como elas se tornaram interessantes. Faça podcasts das conversas.
Mais uma vez, ser interessante é ser interessado. Entrevistar é fazer que a outra pessoa se torne uma estrela. Poder ser qualquer um: um amigo, um colega, um estranho, qualquer um. Encontre o que há de interessante a respeito de cada um deles. Entrevistar fará você parar um pouco e te forçará a escutar. Uma boa coisa para praticar. Criar Podcasts é compartilhar. Compartilhar é algo com o qual você deve se acostumar.

6. Colecione algo
Pode ser qualquer coisa. Mas prefira se tornar um especialista em algo inesperado e que poucos colecionem. Desenvolva uma paixão. Aprenda como comunicar isso a outras pessoas sem assustá-las. Encontre as outras poucas pessoas que dividem esse mesmo interesse. Aprenda a se tornar útil nessa comunidade.

7. Uma vez por semana, sente-se em um café por uma hora e ouça a conversa dos outros. Faça anotações. Poste sobre esses assuntos no seu blog (com muito cuidado).
Passeie um pouco pela vida das pessoas. Ouça seus discursos padrões e suas preocupações. Coloque-as no papel. Mas não deixe que as pessoas o vejam – tente não apanhar. Também não aja de forma forçada, pulando de mesa em mesa para ouvir a melhor conversa. Apenas escute as que surgirem no seu caminho.

8 – Mensalmente, escreva 50 palavras sobre uma peça de arte visual, um texto, uma música e um trecho de filme. Se puder, faça o mesmo para outros tipos de arte. Poste-as no seu blog.
Se quiser trabalhar em negócios criativos (e logo todos serão assim), terá que se acostumar a ter um ponto de vista sobre coisas artísticas. Mesmo se não for tão ligado às artes, você terá que se sentir confortável em expressar uma opinião sobre coisas que não sabe como fazer ou criar, como música ou poesia. Com a prática, você melhorará cada vez mais. Compartilhando esses pensamentos, a evolução será ainda maior.

9. Crie coisas
Faça alguma coisa manual. Crie algo do nada. Podem ser nós, lego, um bolo ou mesmo tricô. Tire um tempo para se desligar e sair um pouco do seu pensamento. O ideal é optar por algo que você não tem ideia de como fazer. Não ligue se tiver dificuldade no início. As pessoas adoram gente que cria coisas. Compartilhe essas criações no seu blog.

10. Leia:

Desvendando os Quadrinhos: história, criação, desenho, animação, roteiro. (Understanding Comics) - Scott McCloud
The Mezzanine - Nicholson Baker
The Visual Display Of Quantitative Information - Edward Tufte

Todos esses livros são bons, cada um por um motivo diferente. O que importa, no entanto, é que são ótimos exemplos de pessoas que são realmente interessadas por coisas que os outros acham banais. Neles, elas explicam suas paixões de uma maneira que também acabamos nos apaixonando pelo assunto.

http://www.chmkt.com.br/2009/06/direcionando-sua-carreira-como-se.html

Gmail com capacidade de Anexo em 25 MegaBytes

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael


Pois é minha gente tava fuçando nas configurações da minha conta do Gmail e achei a noticia.


Que beleza 25Mb, nem precisa zipar mais hauhauhauhuahua


Lanches do McDonald's que nunca veremos no Brasil

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael
Cada vez mais, a rede de fast food norte-americana McDonald's vem praticando a filosofia de “pesar globalmente e agir localmente”. Ou seja, com base em uma estratégia geral bem definida, o mix de marketing (4 p's) em cada país é desenhado levando em conta a cultura e as características do local. Com isso, existem várias opções de lanches disponíveis apenas em alguns países específicos. Abaixo, seguem alguns produtos bem interessantes que provavelmente nunca veremos no Brasil:


ÍNDIA

No McDonald's indiano não existe nenhum sanduíche com carne bovina, mas nem tudo é vegetariano: há opções com frango ou peixe.

Slahi Paneer Mccurry Pan





Pão retangular recheado com vegetais (milho, brócolis, cogumelos e pimenta-da-guiné), com molho bechamel e cobertura de queijo.



Mc Aloo Tikki




No lugar do hambúrguer, tem um recheio de batata com ervilha, tomate, cebola, maionese vegetariana (sem ovos) e molho bem apimentado (como toda comida indiana).


Maharaja Mac




Equivalente ao tradicional Big Mac, mas com hambúrguer feito de carne de ovelha oo frango.



ISRAEL

O McDonald's tem 17 restaurantes kosher em Israel, onde a comida é preparada de acordo com leis judaicas e as lojas fecham aos sábados (dia sagrado). Além deles, há outras tantas unidades “normais”.


Mc Shuarma





Pão sírio, hambúrguer de peru e salada.



MÈXICO
O McDonald’s mexicano também já teve produtos sazonais exclusivos, como o Mc Pastor (um tipo de taco com carne de porco).

Mc Burrito A La Mexicana





É um burrito comum: feijão, carne picada, cebola, temperos, tudo embrulhado em uma tortilla.



CANADÁ

Mc Homard





Sanduíche recheado com lagosta.



PORTUGAL

Além de lanches diferentes, o McDonald’s português oferece pastéis de nata e bolo de arroz como sobremesa.

Mc Sopas





A novidade do McDonald’s português não é um sanduíche, mas um menu com sete sopas, uma para cada dia da semana, como caldo verde, grão com espinafre, lavrador (que leva vegetais e presunto), legumes e feijão branco, por exemplo.

Mc Marins





Pedaços de bacalhau empanados. O Mc Marins pode fazer parte do “kit” do Mc Lanche Feliz, substituindo os tradicionais nuggets de frango.



CHILE

Mc Pollo Guacamole





Basicamente o nosso Mc Chicken – que nos países de língua espanhola chama-se Mc Pollo – com abacate e uma rodela de tomate.



CHINA
Mc Rice




Pão de hambúrguer, salada e um hambúrguer feito de arroz.


ARÁBIA SAUDITA
Mc Arabia Kofta





Pão sírio, dois hambúrgueres de carne bovina, alface, tomate, cebola e molho tahena (à base de sementes de gergelim).



TURQUIA
Mc Turco




Pão sírio, dois hambúrgueres de carne bovina ou de frango, alface, tomate e cebola. É um pouquinho mais light que o Big Mac, que também tem dois hambúrgueres e salada, mas também tem queijo e o tal molho especial. O Turco com batata média tem 755 calorias, enquanto o Big Mac acompanhado, 900.



NORUEGA
Mc Laks




Sanduíche recheado com filé de salmão grelhado e molho Dill.

http://www.chmkt.com.br/2009/03/lanches-do-mcdonalds-que-nunca-veremos.html

As Regras de Ouro da Internet

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael
1 - Atenção é como amizade: não pode ser comprada, somente conquistada.
Não há nada de novo na ideia de utilidade da marca. Porém, ela irá se tornar cada vez mais importante e, francamente, não tem sido feito muito bem até agora - além da Nike, não me lembro de outros exemplos. O grande desafio para 2009 é criar com base nisso. O objetivo para esse ano é sermos úteis. De todos os aplicativos para iPhone construídos nos últimos meses, apenas alguns poucos serão úteis e, portanto, utilizados.

2 - O viral morreu. Viva a disseminação.
Vamos combinar de não usar mais a palavra viral. É uma metáfora que não ajuda em nada e só nos confunde. Viral é uma coisa que acontece, não algo que já existe. Não se faz um “viral”. A metáfora sugere que algo está se propagando sozinho, quando, na verdade, queremos dizer que muitas pessoas optaram por espalhar algo a outras pessoas, por razões próprias. Focar no que são tais razões vai ajudar muito mais.

http://www.chmkt.com.br/2009/06/as-regras-de-ouro-da-internet.html

3 - Remixe, reuse, recicle.
A cultura recombinante é parte da cultura digital, estabelecida pelo “copiar e colar”. Quanto mais coisas, mais há para se remixar, e mais se espalhará – quando você coloca uma parte de si naquilo, você quer que as pessoas vejam. Os remixes do Gorila da Cadbury fizeram do anuncio o mais visto na história da internet. Portanto, não se preocupe com as pessoas dizendo a coisa errada. Deixe-as. Encoraje-as a remixar tudo.

4 - Influencie a rede
Estamos todos conectados – e agora de uma maneira na qual podemos ver. Isso significa que pensar em indivíduos isolados vai ajudar cada vez menos: jogue fora a essas ideias e pense nas redes e nos seus efeitos. Além disso, este ano as pessoas precisarão de ajuda. Marcas que entenderem que estão conectadas espalharão bem estar e abrirão caminho para facilitar a ação coletiva. O projeto 10 to the 100th do Google e o Members Project da Amex colocam o dinheiro das marcas atrás do desejo coletivo de ajudar quantas pessoas for possível.

5 - Seja simpatico ou saia.
As mídias sociais vão se tornar cada vez mais importantes. Elas não vão embora, e vão impactar no seu negócio. A gramática da mídia social é diferente da mídia comercial. As regras de comportamento, as motivações e a etiqueta são todas sociais. Portanto, aprenda a ser simpático ou, então, saia. Pare de pensar como empresa e aja como gente.

6 - Onde quer que você vá, sempre leve junto seus amigos.
A portabilidade de dados é uma ideia de que você deve ser capaz de levar sua identidade como você onde quer que você vá no ambiente online. Sua identidade no Facebook, no Google Friend e seu OpenID - usadas para você entrar nesses sites - estão disputando para ser sua identidade padrão ao logar em outros websites. Seja qual for o que escolher, você será capaz de levar seus amigos com você para onde for na internet. Da mesma forma, unidades publicitárias devem ser capazes de dizer se seus amigos clicaram no link ou compraram o produto em questão. Quando a conexão da CNN e do Facebook uniram forças para transmitir a posse, a mídia antiga e a nova se colidiram, o que nos leva a...

7 - Socialize suas mídias
A mídia sempre foi social. Não apenas no significado literal de conectar pessoas, mas também por ter uma forte tendência a agir como um bem solidário – ou seja, quanto mais pessoas a consomem, mas valiosa ela fica. As pessoas gostam de falar sobre ideias. Portanto, cada vez mais, as antes conhecidas como mídias “não sociais” se tornarão socializadas. Programas de TV como “The Hills” e “Eureka” estabeleceram canais paralelos no Twitter para o público discutir sobre cada episódio em tempo real.

8 - Encontre novas maneiras de ver
O mundo está se afogando em dados. Interações digitais em cada plataforma criam vastos emaranhados de números – e nós precisamos de novas maneiras de ver para dar sentido a eles. Artistas como Jonathan Harris e o grupo de design Stamen estabeleceram um novo parâmetro na agregação e exibição de dados da internet. Marcas como a Fiat estão usando a mesma tecnologia para mostrar a você como dirigir de maneira mais eficiente. Nós veremos muitas outras visualizações este ano.

9 - Aumente sua realidade
Você se lembra de quando surgiu a realidade virtual, e colocávamos aqueles capacetes estranhos para interagir com ambientes cúbicos? A realidade Aumentada é diferente. Ela usa de base o mundo como você vê e constrói em cima, trabalhando dados para lugares do mundo real e objetos que podem ser lidos por computadores e telefones celulares. Espere ver muito mais marcas se aumentando esse ano, e as webcams mostrando modelos 3D que aparecem fora das imagens em uma página, como a Lego fez recentemente.

Direcionando Sua Carreira: Mais dicas sobre o portifólio de planner

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael
Segue uma explicação básica sobre cada um dos trabalhos recomendados pelo VCU Brandcenter para compor um ótimo portifólio de planejamento. No mesmo texto dou uma dica fantástica para quem ainda não está no mercado de trabalho conseguir uma vantagem imensa logo na largada. A idéia é matar 2 coelhos numa “caixa d’água” só.

Se você ainda não tem experiência de mercado e busca sua primeira oportunidade – vale, inclusive, para estágios - trabalhar casos fantasmas é jogar fora uma das maiores oportunidades da sua vida. Se você quer se tornar um bom planner, o mínimo que deve fazer é ser capaz de buscar oportunidades onde elas, aparentemente, não existem. É fácil pra qualquer estudante realizar um trabalho real. Minha sugestão é a seguinte:

Existem milhares de ONGs e instituições filantrôpicas, por aí, precisando de ajuda. Essas organizações tem, na maioria dos casos, uma abordagem mercadológica muito fraca – até por trabalharem com verbas limitadas, oriundas de doações, e trabalho voluntário. São empresas que tem uma marca para cuidar, embora sem fins lucrativos. É possível fazer um trabalho fantástico nessas organizações e, com isso - além de abrilhantar seu portfólio, promover um aprendizado descomunal e possibilitar um networking incríveil -, você estará ajudando em uma ótima causa.

O que pode ser feito? / O que são aquelas análises e estudos?

Análise Competitiva:
Você tem a oportunidade de analisar todas as outras marcas que disputam pelo orçamento "filantrópico" do cliente atual e potencial, sejam concorrentes diretos ou indiretos. Além disso, pode levantar forças e fraquezas no ambiente interno para aproveitar as oportunidades do ambiente externo, e analisar as forças competitivas da organização e do mercado. É o primeiro passo para se traçar uma estratégia de sucesso.

Alguns textos que podem ajudar:
Inteligência Competitiva
Estratégia e o Ambiente Competitivo

Estudo Quantitativo:
Quem é o target da instituição? Qual o tamanho desse mercado? Quais são as suas opiniões, atitudes e preferências? Quais são os elementos que geram valor para eles? Como a marca pode se conectar com essas pessoas? Esse tipo de estudo pode ajudar você a responder a essas e a outras diversas perguntas.

Alguns textos que podem ajudar:
Pesquisa Quantitativa
Estudos de Mercado e Oportunidades de Negócio

Creative Brief
Como aproveitar essas oportunidades? Como utilizar todas essas informações para inspirar o pessoal da criação e dar origem a uma campanha avassaladora? É esse o papel do brief criativo.

Alguns textos que podem ajudar:
Modelos de Brief de Agências Internacionais
O Briefing no Processo Criativo
The Perfect Creative Brief

Plano de Mídia
Basicamente, é a ferramenta que busca respostas para perguntas do tipo: Em quais meios será veiculada a campanha? Quando e com qual frequencia? Qual a área de abrangência? Como a comunicação irá interagir com esses meios? Quanto vai custar? Quais os resultados esperados? Como serão medidos?

Alguns textos que podem ajudar:
Planejamento de mídia: um roteiro básico

Análise de situação de marca
Como anda a marca da instituição que escolheu? Como as pessoas a veem? Que significado ela tem para eles? A quais emoções ela está associada? O que vem a mente quando se fala da marca? Como ela é comparada aos concorrentes? Para chegar a essas e muitas outras informações referentes à marca, usa-se essa metodologia. É geralmente feito com base em estudos qualitativos.

Target Audience Analysis
Essa ferramenta visa conhecer a fundo o seu público. Responde a perguntas, como por exemplo: Quem são essas pessoas? O que elas fazem? Quantos anos tem? O que gostam de fazer nas horas vagas? Quais são seus hábitos? No que mais eles gastam dinheiro? Qual o perfil desse público? Que tipos de mídia eles consomem?

Alguns textos que podem ajudar:
Target Audience Analysis
The Target Audience

Visual Storytelling
Visa mostrar sua capacidade de contar histórias. Pode ser algum comercial que você tenha conceituado – de preferência, da ONG que você escolheu.

Alguns textos que podem ajudar:
Five tips for video stories

Projetos de pensamento criativo
No desenvolvimento do seu projeto, você diagnosticará problemas que a comunicação deve resolver. Projetos de pensamento criativo nada mais são do que a descrição do desenvolvimento das estratégias que vão solucioná-los.

Alguns textos que podem ajudar:
Introduction to Creative Thinking
Cases de planejamento do Young Creatives

Análise cultural
Basicamente, alguma tendência de consumidor que você tenha observado, desenvolvido um estudo e dado implicações para o cliente. Pode ser resultante, inclusive, dos outros estudos realizados.

Alguns textos que podem ajudar:
Análise cultural

Brand Book
É uma evolução do tradicional manual da marca que, além de informar características técnicas, indica as táticas a serem seguidas pela marca.

Alguns textos que podem ajudar:
Brand Book, instrumento de gestão de marca

http://www.chmkt.com.br/2009/06/direcionando-sua-carreira-mais-dicas.html

Planejamento Estratégico Digital. Qual a sua importância na Internet de hoje?

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael
Felipe Morais*

Como a sua agência trabalha a construção de um site?
O atendimento/comercial (sim, 1 profissional que atua em 2 áreas distintas, ao meu ver) recebe o brief do cliente, passar para a dupla criação e tecnologia e eles executam o serviço? Site no ar, cliente gostou pagou e “a fila anda”?

Se a sua agência trabalha assim, saiba de duas coisas:
1º Você não tem uma agência, você tem uma produtora de web;
2º Esse modelo tende a morrer em poucos anos, pois a web deixou a muito tempo de ser apenas para o cliente ter um endereço lá, ou melhor, um folder digital da sua empresa.

Internet é MUITO MAIS DO QUE ISSO!

Algumas produtoras contratam um profissional de mídia, para se tornarem agências.
Pegam uma pessoa com pouca experiência, que passa o dia conversando com veículos, enquanto o atendimento/comercial tenta ir a alguns dos clientes vender uma campanha de mídia, apenas para a agência faturar com a bonificação e com a criação de peças.

Sem o menor planejamento de como a marca está inserida no meio digital. Apenas para “faturar um extra”. Em pouco tempo esse profissional sai da agência, que contrata outro, isso vira um circulo vicioso e algumas pessoas do mercado dizem que “profissional de web é muito pula-pula, sai por qualquer proposta que pague 100 reais a mais”. Será mesmo?

Apenas com esse cenário que mostrei acima, já dá para se ter uma idéia da importância do planejamento estratégico digital na construção de um site, certo? Afinal, uma teoria minha que eu defendo muito por onde passo, e tem um capítulo especial em meu livro PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL (Ed Brasport) é que “o trabalho do planejador começa quando o site está no ar”. Explico:

O profissional de planejamento estratégico digital acompanha o projeto que ele montou desde o começo. Não existe final, a não ser que seja um hotsite promocional, mas esse é um caso isolado, vamos nos focar na presença digital de uma marca, onde o site é apenas a ponta do iceberg.

O profissional recebe o brief do cliente. Ele pesquisa mercado, concorrência, analisa comunicação, a empresa, o problema do cliente, público-alvo (o mais importante. ENTENDER QUEM É O CONSMUIDOR); enfim a primeira fase é pesquisa, pesquisa, pesquisa. Com o material em mãos, esse profissional analisa o objetivo ou objetivos de marketing do cliente e traça as estratégias para chegar a esse ou esses objetivos.

Até aqui, nada de novo, pois esse é o processo básico do planejamento de qualquer agência tradicional (ou offline como queiram), entretanto esse processo ainda é pouquíssimo utilizado em agências digitais.

Basicamente o planejamento liga o CONSMUIDOR A MARCA, seja em qualquer ambiente.
O DNA da web tem características fortes de relacionamento e interação, logo essa ligação que o planejamento tem que fazer se torna ainda mais proveitoso. Basta saber como!

Diante a esse trabalho o planejamento ou planner, apresenta para a agência todo o seu PLANEJAMENTO. A agência começa a trabalhar o site. Passa pelo arquiteto de informação que tem a missão de colocar as estratégias e conteúdos dentro do site de forma organizada, fácil e rápida de visualizar (usabilidade!!!). A mídia começa a “pescar” verba e ver quais sites e portais tem adequação para aquela marca, dentro da verba proposta. A criação começa a analisar o que pode ser feito, o gerente de projetos analisando prazos, custos, cronogramas e a tecnologia vendo se tudo aquilo planejado pode realmente ser executado.

Ok, o grande trabalho ficou para a dupla criação + tecnologia que terá que colocar a “mão na massa” e o site no ar. O trabalho do planner foi simplesmente de inteligência, a parte pesada fica para a dupla criação + tecnologia, por isso, pelo trabalho pesado ficar a cargo deles e ser o único trabalho que se vê no ar, eles são mais valorizados e acredita-se que apenas eles constroem um site. Sim, constroem, mas não algo tão centrado, tão focado como um site pensado pelo planejamento antes!

Para uma produtora, o trabalho acabou ai, como eu disse no começo do texto.
Site no ar, fim? Para um planner não.

Passamos então para a fase de “avaliação da performance do site” e essa avaliação não é saber apenas quantos acessos o site possui. É entender o comportamento do usuário! Não adianta o site ter 50 mil visitas únicas por mês se os objetivos traçados nele não se concretizam! É preciso converter, logo é muito mais vantagem ter 1.000 acessos, com 150 convertendo, do que 50 mil acessos e 10 conversões! É nesse momento que a minha teoria começa a ser posta em prática!

Para muitos profissionais, o que vale ainda são os acessos. Desculpe, mas isso está totalmente errado! Mais uma vez entra aqui a importância do planejamento estratégico digital, para mostrar que a conversão é o que mais importa, e não digo apenas conversão de vendas, existem diversas formas de converter, como por exemplo em um cadastro ou um post no blog da marca.

O planner avalia a performance do site e corrige erros de percurso, para que o site atinja seus objetivos. É ele quem avalia diariamente os resultados. Analisa dados, que com sua inteligência, se transformam em informações para a tomada de decisão!

O crescimento da web 2.0, fez com que o usuário ficasse cada dia mais curioso, exigente e pesquisador. Ele quer ouvir e ser ouvido; quer falar para sua rede de amigos e caso se interesse por algo, ele é um forte “advogado da marca” ou engajado como alguns profissionais gostam de dizer. Ele faz a propaganda da marca para sua rede, e como todos sabem, o boca-a-boca ainda é a melhor propaganda, entretanto, ele também pode com um simples blog acabar com a reputação de uma empresa em pouco tempo!

E como combater isso? Como entender o novo consumidor? Como ligar a marca a ele? Como saber como ele vai interagir? Como medir resultados?

Simples, com planejamento estratégico digital!

* Felipe Morais é publicitário, escritor, professor, palestrante e blogueiro. Especialista em Planejamento Estratégico Digital, com formação na FMU, Univ Metoditsta, BootCamp/ESPM e Igroup. Autor do livro de mesmo nome e do Blog do Planejamento. Atualmente é gerente de estratégias digitais da FTPI Interativa.