Signs

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael
O curta fala sobre comunicação sem utilizar nenhuma palavra.
A simple short film about communication.
Created by Publicis Mojo and @RadicalMedia
Director: Patrick Hughes
http://www.patrickhughes.com.au
Watch in High Quality:
http://www.youtube.com/watch?v=uy0HNWto0UY&fmt=18
Join the Facebook Fan Page:

http://www.facebook.com/pages/SIGNS/47305851403?ref=ts

If you like the soundtrack, you can check out @:
http://www.internetdj.com/signs-music
the Schweppes online film festival:
http://www.schhh.eu/shortfilms/

Mandamentos das Mídias Sociais

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael


















1 – Escreva blogs (loucamente)
Blogue, por favor. É sua maior prioridade. Monte um blog pessoal, um de negócios e um para assuntos que goste. É mais fácil do que você pensa. Use algum site de criação de blogs, como o Blogger.com ou o GoingOn.com, ou instale o blog da sua marca direto no seu servidor através do WordPress, que é gratuito.

2 – Crie perfis (em todo lugar)
Crie seus perfis. Seja rápido, antes que alguém os pegue. Se alguém montar um perfil com seu nome ou sua marca (essa prática é chamada de cyber squatting), você corre riscos de ficar de fora. Então não perca tempo. Crie seus perfis onde puder. Use o OpenSocial para preencher seus dados em todas elas com um só clique.

3 – Faça upload das suas fotos (muitas fotos)
Coloque suas fotografias na internet. Você tem muitas. Mas não coloque aquelas com você trabalhando. Essas são contraprodutivas. Coloque outras e dê às pessoas uma cara para seguirem a sua empresa. Os consumidores gostam de ver e participar.

4 – Faça upload dos seus vídeos (todos que achar)
Todos possuem vídeos. Não importa se são videos de treinamentos ou de clientes. Pegue sua camera e vá entrevistar seus consumidores. Há algo melhor do que a imagem de um cliente feliz no seu site? E isso não custa nada.

5 – Faça Podcasts (com frequência)
Se você for tão pão duro para não querer comprar uma câmera, use os softwares gratuitos de áudio que estão no seu computador ou na internet. É isso que fiz. Eu criei 48 podcasts com matérias do meu livro. É grátis. Apenas toma tempo.

6 – Mande alertas (imediatamente)
Envie alertas nas redes sociais. As pessoas estão comentando sobre você. Você precisa saber o que eles estão dizendo a seu respeito e também quer participar.

7 – Deixe comentários (em diversos blogs)
Comente. Comentar é o mesmo que ir a um coquetel. Você não entraria em um evento de networking, iria até um grupo de pessoas conversando e diria seu nome e o que faz. Seria falta de educação. Ouça primeiro. Leia os blogs e deixe seus comentários. Não já problema em ser controverso. O importante é participar. Envolva-se.

8 – Conecte-se (com todo mundo)
Cadastre-se no LinkedIn. Coloque os links do seu LinkedIn e do seu Twitter no cabeçalho do seu e-mail. É assim que você se propaga. É a assim que você se vende.

9 – Explore as mídias sociais (30 minutos semanais)
Explore as mídias sociais. Meia hora por semana é suficiente. Na sexta de manhã, pegue seu café, tranque-se no escritório e digite alguma coisa no Google. Você ficará extremamente animado, principalmente pelo ROI (retorno sobre o investimento).

10 – Seja criativo (siga em frente e crie criativamente)
O mais importante dos mandamentos é a criatividade. Ela é tudo que seus consumidores querem. Eles querem ver tudo com transparência. Eles querem ver você se divertir. Eles querem ser capazes de se relacionar e comunicar com você.

http://rafaelroque.wordpress.com/2009/06/11/os-10-mandamentos-das-midias-sociais/

Evite os dez erros que transformam sucesso em fracasso

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael
Veja quais são os principais riscos na gestão da sua carreira
Por Bruno Loturco

Projetos que se desenrolam por longos períodos geralmente sofrem com instabilidades e mudanças de direcionamento que podem ofuscar os objetivos finais. Um projeto de carreira, que leva muitos anos para se desenvolver, está sempre exposto a esses riscos. Primeiro, porque nem sempre os profissionais têm um plano detalhado do que pretendem fazer ou do que gostariam de alcançar. Depois, porque demanda observação contínua, tanto em momentos de crise quanto em épocas de calmaria.
Professores e consultores ouvidos pelo Universia contam quais são os principais erros cometidos ao longo da gestão de carreira e dão dicas de como evitar problemas. Confira os dez erros que costumam atrapalhar o desenvolvimento profissional desde o estágio até a aposentadoria.

Desconhecer habilidades e competências
"Muitas vezes, a pessoa consegue emprego por indicação ou oportunidade, cai num setor específico e começa a trabalhar. Dez anos depois, está insatisfeita e improdutiva. Ao analisar, vê que não tinha perfil para a área, que tinha habilidades e competências para outro segmento. E mais: ao fazer essa avaliação apenas no início da carreira, o resultado pode não ser tão preciso, pois à medida que o profissional ganha experiência, as habilidades ficam aparentes"
Moacyr Castellani, especialista em coaching pessoal da Metacoaching

Não ter planejamento estratégico
"Profissionais sem plano estratégico da carreira são pegos desprevenidos em momentos de crise, sem saber o que fazer porque não pensaram em construir um planejamento. Alguns executivos se aposentam e acreditam que basta abrir um negócio próprio ou uma consultoria para se manter, mas eles fecham no primeiro ano porque não têm conhecimento técnico daquilo que se propõem a fazer. O erro maior consiste em não detalhar o plano. Isso significa definir o objetivo estratégico principal, mas não os indicadores e as iniciativas de melhoria ou o conjunto de atividades que têm de ser feitas para alcançar esse objetivo"
Eduardo Carmello, consultor organizacional especialista em gestão estratégica e diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos

Nunca revisar o planejamento
"As pessoas fazem o planejamento e ficam engessadas nele. Quando coloco o planejamento de carreira em prática, descubro que tenho pontos a serem melhorados e habilidades que precisam ser alinhadas às possibilidades da carreira. Além disso, com o tempo, o mundo e as paixões pessoais mudam, novas oportunidades aparecem. E é o movimento em direção à realização do plano e as descobertas que mostram quando e como rever o planejamento. A revisão exige o mesmo que o primeiro planejamento. Ou seja, analisar o mercado e a sinergia da carreira com as tendências e as afinidades"
Janaina Ferreira Alves, professora e coordenadora acadêmica da pós-graduação em Gestão de Negócios, CBA Logística e CBA Marketing, do Ibmec-RJ

Protelar demais a entrada na área desejada
"Para atuar em determinada área, o ideal é começar o quanto antes, pois quanto mais protelar para redirecionar a carreira mais difícil será. Por isso, mesmo sabendo que é complicado conciliar questões financeiras, muitas carreiras precisam começar no estágio. Então, se a pessoa está num emprego que paga bem, tem de se planejar para buscar um estágio na área dela. Isso vale também para quando se está insatisfeito. Se a pessoa trabalha com algo que não a deixa feliz, é pouco provável que seja bem sucedida. Ao mudar, tem de ter em mente que vai perder algumas coisas para ganhar outras mais para frente. Tem de medir prós e contras e, se os prós parecem favoráveis, mesmo que a médio prazo, tomar a decisão"
Rudney Pereira Junior, gerente de talentos do Grupo Foco

Considerar apenas salário ao mudar de emprego
"Um movimento desses pode dar retorno em curto prazo, mas não significa que, necessariamente, haverá realização ou satisfação profissional. Mesmo porque, ao longo da vida profissional, a pessoa passa a ser percebida pelo encaminhamento que assume. Então, se pautou suas decisões apenas pelo salário, fica difícil de mudar depois. Por isso, tem de pensar na estratégia de carreira e se posicionar de acordo com ela. Além disso, realização financeira não é tudo. É necessário se sentir realizado e motivado pelo que faz. E percebo que pessoas que têm talento e se direcionam pelo que gostam de fazer dificilmente se rendem ao salário"
Marcelo Weguelin, gerente-geral de desenvolvimento de recursos humanos da Philips

Não se identificar com a empresa
"Tem de considerar o ramo de atividades e a identificação com a cultura e os valores da empresa. Eles são importantes porque norteiam as ações. Há ramos com culturas totalmente diferentes. Daí, pessoas que saem de empresas com foco em serviços e vão para empresas financeiras, por exemplo, podem não se adaptar. Por isso, tem de considerar o tipo de produto, o dinamismo de produção e o segmento de atuação. Ou seja, é importante conhecer o que a empresa faz e o que seus profissionais levam em consideração"
Edna Bedani, gerente de desenvolvimento de recursos humanos da Accor Services do Brasil

Deixar de cultivar a rede de contatos
"Cultivar a rede de relacionamentos profissionais é simples. Pode ser com um almoço, happy hour ou por e-mail. Às vezes, você vê uma reportagem na Internet que pode interessar outra pessoa. Mande para ela. É fácil e ajuda a manter o contato. Tem de entender que faz parte da carreira e não é perda de tempo. Muitos profissionais fazem isso só quando perdem o emprego, mas é fundamental manter os contatos sempre. Isso ajuda a encontrar empregos e outras oportunidades. A prioridade é estar próximo de pessoas mais influentes. E não só pelo cargo. Há pessoas que estão mais conectadas, conhecem mais gente. Essas pessoas são fundamentais para manter na rede"
Renato Grinberg, diretor-geral do site Trabalhando.com.br.

Não se qualificar
"Ao deixar de se qualificar, você pára de ganhar ferramentas para as atividades do dia-a-dia e também deixa de ver as posições que poderia ocupar. Sob a perspectiva da empresa, quando avaliamos alguém, consideramos as habilidades da pessoa para assumir a função. É uma questão de empregabilidade, pois conhecimento é algo que ninguém te tira. Assim, tudo o que se aprende pode ser usado depois, no seu negócio, para dar aula. Se capacitar intensivamente talvez seja a coisa mais inteligente que alguém possa fazer."
Úrsula Angeli, gerente de recursos humanos e desenvolvimento da Whirpool Latin America

Esquecer a família
"Quem fica obcecado pela carreira, pelas metas e desafios, começa a colocar o coração no dinheiro e esquece do que é realmente relevante. Aquilo que estabiliza para que cada um tenha uma carreira vencedora. É impossível sentir-se bem sem estar tranqüilo com a família. Às vezes, tem resultado na carreira, mas é muito curto e a vida cobra caro, pois ele não consegue manter o desempenho depois. Um dos grandes paradoxos das empresas é, num momento de crise, exigir muito dos profissionais, mas, ao mesmo tempo, dar benefícios e bônus para manter os profissionais. É importante equilibrar vida pessoal e profissional. Têm de deixar algum tempo de qualidade para a família, mesmo que seja um tempo menor"
Daniel Kroeff, professor do MBA em Gestão de Pessoas da FGV (Fundação Getúlio Vargas)

Não se preparar para o futuro
"Entre os 32 e os 45 anos, o profissional vive a fase em que é mais visto e reconhecido pelo mercado. É quando faz investimentos financeiros na carreira, por meio de cursos de idiomas e MBAs, alcançando cargos mais bem posicionados. É também nessa fase que precisa se preocupar com o futuro, desenvolver investimentos ou formas de remuneração no futuro. Seja ao pensar num negócio próprio ou ao se prepar para ser professor ou consultor. Quando se aposenta, na chamada fase da colheita, ele não necessariamente trabalha para colher resultados, mas sim pela realização profissional. Afinal, já deve ter planejado o lado financeiro"
Regina Izabel Cadelca, consultora de recursos humanos da Catho


http://universia.com.br/

Chefinhos 141 Soho Square

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael



Brilhante, é capaz de invadir, ler, controlar e influenciar outras mentes,
lançar ilusões, além de ser capaz de se comunicar telepaticamente com outras pessoas. Todavia, segue um senso ético extremamente rigoroso com relação aos seus dons, os usando moderadamente para persuadir as pessoas ou ter acesso aos seus pensamentos sem que essas tenham se quer consentimento para tal.

Muito respeitada e altamente organizada, dotada de grandes conhecimentos nas áreas de publicidade, design, marketing.

Hahaha tem que interpretar corretamente!
Um pouco de cada um deles faria do meu futuro chefe 141 um Grande líder!

Mistress Lili uma Pin Up 3D

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael
A Espanhola Rebeca Puebla é uma grande artista 3D, com estilo único transforma qualquer mulher em um símbolo sexual, nessa arte ela misturou com um dos seus gêneros eróticos favoritos: Bondage é um tipo específico de fetiche, geralmente relacionado com sadomasoquismo, onde a principal fonte de prazer consiste em amarrar e imobilizar seu parceiro ou pessoa envolvida. Pode ou não envolver a prática de sexo com penetração.


Hortifruti

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael
A campanha da rede Hortifruti já ganhou o Brasil. Com o slogan: “Aqui a natureza é a estrela”, as infames paródias com títulos de filmes se espalham rapidamente.

Não deixe de assistir também o comercial da “Berinjela Indiscreta”. A criação é da agência MP Publicidade.

Via Twitter, o Leo Carbonell conta que trocadilhos são recorrentes nas campanhas da Hortifruti. Já teve uma em que frutas e verduras eram estrelas da revista Cascas.

Este post foi publicado Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008
Abaixo os outdoors :



Caminho dos Simpsons

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Os simpsons da Índia hahahaha.


What Goes Around Comes Around

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What Goes Around Comes Around. Stop the Iraq War

Para promover campanha pelo fim da guerra no Iraque a novayorkina Big Ant International criou para a Global Coalition for Peace quatro cartazes que assinam: “What Goes Around Comes Around. Stop the Iraq War”. Ficou ducaralho. A criação é de Jeseok Yi, Francisco Hui e William Tran, com direção de criação de Alfred S. Park.








Google!

Postado por RafaeU | Twitter: @ciclophael

Google hoje é uma das empresas mais importante do mundo tecnológico, além de ser a mais valiosa. Muito se perguntam porque a empresa possui esse nome.
Seu nome é uma variação da expressão googol, que tem como significado 1 numero seguido de 100 zeros.
O googol (lê-se gugol - sua forma de escrita em Portugal) é o número 10100, ou seja, o dígito 1 seguido de cem zeros.
Em 1938, o matemático Edward Kasner, da Universidade da Columbia, pediu ao seu sobrinho Milton Sirotta (1929-1981), então com oito anos, que inventasse um nome para dar a um número muito grande, mais precisamente à centésima potência do número 10, isto é, a unidade seguida de 100 zeros. Um número muito grande, mas não infinito. por Wikipédia
O nome da empresa não seria “Google” e sim Googol. Devido a possivel ignorância de um investidor que assinou um cheque de 100 mil dólares em nome do Google, assim sendo obrigado utilizar esse nome.